segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Já foi o tempo em que computador era sinônimo de antissociabilidade

Para quem ainda acha que ficar atrás de um computador é esconder-se do mundo, veja aqui o que diz um educador sobre uma das ferramentas mais populares da Web 2.0 (os grifos são meus):
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Blogs são sobretudo um ponto de encontro, um espaço público de conversação. Assim, a melhor metáfora para os blogs não são os diários. É mais adequado pensar os blogs como locais onde as pessoas podem dizer a própria palavra. Eles, assim, podem ser comparados com a praça pública (“a praça é do povo”) ou com a velha ágora grega, o local público onde os cidadãos se encontravam para exercer a democracia direta por meio da palavra e do voto. Outra possibilidade: os blogs se assemelham aos velhos cafés parisienses do século XIX, espaços públicos importantes onde a conversa era livre. Indo mais longe: blogs são como botecos, onde a conversa corre solta e onde qualquer assunto é bem vindo. A escrita, posts e comentários, os links, as imagens são apenas aparências que encobrem a realidade mais profunda dos blogs, um espaço virtual de encontros humanos.
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As comparações e metáforas, acima, são criações do professor Jarbas Novelino Barato, do Boteco Escola. Acho que todos os edublogueiros, estudiosos dessa ferramenta ou olheiros deveriam ler os textos inteiros que o professor produziu durante o feriado sobre a finalidade de blogar e a função dos blogs na educação. Estão aqui e aqui. Aliás, o Boteco Escola é de leitura indispensável, para qualquer educador e edublogueiro.

domingo, 22 de novembro de 2009

Pausa na academia. Um pouco de 'autoajuda', que ninguém é de ferro...

Li este texto outro dia em um email que recebi. Achei bem interessante a reflexão feita. Como precisava relaxar das leituras acadêmicas, resolvi postá-lo. Acho que são muitas as pessoas que sofrem, hoje, da "doença", descoberta pelo professor Hermógenes (li sobre ele também aqui). Conheça a "NORMOSE" e veja se você é uma das vítimas.

Hermógenes diz que o ser humano está sofrendo de normose, a doença de ser normal. Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito considerado "normal" é magro, alegre, belo, sociável e bem-sucedido.
Veja o que o "normal" faz:
  • Bebe socialmente.
  • Está sempre de bem com a vida.
  • Não pode parecer de forma alguma que está passando por algum problema.

Quem não se 'normaliza', quem não se encaixa nesses padrões, acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento, de não pertencimento.

Mas quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas? Eles não existem. Nenhum João, José ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem faz as exigências é uma coletividade abstrata que ganha 'presença' através de modelos de comportamento amplamente divulgados.

A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a autodepreciação e a ânsia de querer o de que não se precisa.

  • Você precisa de quantos pares de sapato?
  • Precisa comparecer a quantas festas por mês?
  • Pesar quantos quilos até o verão chegar?

O normal de cada um tem que ser original.
Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros.

A normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes. Ser Feliz é ser você mesmo, respeitando sempre o outro, seja sofrendo, seja sorrindo.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Facebookicídio, Orkuticídio... É isso mesmo ou você não sabe usufruir das redes sociais?

Tudo que é novo costuma causar muita polêmica. Estamos numa nova era e isso não é discurso chavão ou lugar comum. São poucos, porém, que realmente estão se dando conta do que vem acontecendo nas novas formas de interagir socialmente. Inovações tecnológicas entram dia a dia em nossas vidas, muitas vezes a nossa revelia, e nós as assimilamos sem, na verdade, perceber/entender as consequências que elas carregam consigo.
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Há bem pouco tempo, uma garota com um vestido rosa curtíssimo poderia até causar alguma confusão em uma universidade, mas nunca uma reação nacional, quase global (a polêmica saiu em diversos jornais estrangeiros). O que possibilitou tamanha repercussão? Pequenos aparelhinhos, hoje, indispensáveis: os celulares, que, mais do que telefones, são câmeras fotográficas e de vídeo, alguns até com direito à edição de imagem e internet para disponibilizar tudo no Youtube. Isto é, o acontecimento virou um verdadeiro Show de Truman.
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Essa é a questão! Todos estamos vivendo um Show de Truman, particular e em grupo, e ainda não conseguimos nos posicionar eticamente nesse novo mundo. Se uma adolescente apaixonada, no passado, tomava coragem e mostrava parte de seu corpo fortuitamente ao namoradinho, hoje, muitas vezes de forma ingênua, ela se desnuda na frente de uma Webcam, pelo meio virtual com o e no qual está crescendo e aprendendo a se relacionar. O problema é que, se antes o garoto sem escrúpulos contava vantagem para os amigos e ficava a palavra da menina contra a dele, hoje há provas, imagens que rolam pela internet e pelos celulares de todos os colegas da escola.
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Andres Vera, em matéria na revista Época desta semana, aponta "cinco razões para cair fora da rede social que 'sucedeu' ao Orkut". Não fiz ainda meu perfil no Facebook, mas tenho, há alguns anos, Orkut e já passei por três desagradáveis clonagens, mas não desisti de meu perfil lá. Ele me possibilita, por exemplo, entrar facilmente em contato com pessoas que no cotidiano não estão tão próximas. Quantas vezes nos lembramos de alguém ou gostaríamos de conseguir o contato de um amigo de outro amigo? É uma das vantagens das redes.
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Mas vamos voltar à questão da exposição pessoal. Precisamos avaliar para que realmente estamos participando de redes sociais. O medo de perder o emprego, de ter a sua privacidade invadida ou de ser rastreado 24 horas por dia, três das cinco razões apontadas na reportagem, só fazem sentido se o dono do perfil se expuser indevidamente. Devemos nos perguntar sempre: o que eu faço na internet, "escondido" atrás da tela do computador, eu faria presencialmente? Se sim, não há o que temer; mas, se a resposta for não, algo está errado. Além dessa pergunta, temos de avaliar também o nível de exposição. Essa história de que a minha vida é um livro aberto é pura ingenuidade!
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A sociedade hoje é uma grande rede. Nossa vida, nossas aprendizagens não podem mais estar fora dessa trama. O que eu posso - e devo - fazer, porém, é aprender a lidar com esses novos meios de interação social. Fora da rede, daqui a bem pouco tempo de acordo com o que está se construindo, estaremos alienados, fora do mundo e da vida em sociedade.
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Você sabia que existem redes de educadores, redes de cientistas, redes de físicos, redes de engenheiros, redes de cinéfilos, redes de poetas, milhares de outras redes (pesquise um tema que seja do seu interesse) em que as pessoas se juntam por afinidades ou interesses e partilham suas aprendizagens e suas experiências? Assim é que se constrói conhecimento!
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Minha área de interesse é educação. Veja aqui algumas das inúmeras redes existentes. E eu ainda conheço poucas!
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sábado, 14 de novembro de 2009

Redes sociais na escola - Brasil 5 anos atrasado

Acabei de ler sobre o uso de resdes sociais na escola na revista Veja* desta semana (edição 2139 - ano 42 - no. 46 - 18/11/09), na seção Educação. A matéria mostra o uso de Twitter e de outras redes (às vezes até na intranet para proteção dos alunos) por professores de colégios como os tradicionais São Bento e Santo Inácio, no Rio de Janeiro, e Hugo Sarmento, em São Paulo.
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Já é mais do que hora de as escolas perceberem a necessidade de trazer para a sala de aula o mundo virtual em que nossos alunos estão mergulhados. Os jovens, as crianças têm uma natureza criativa e investigativa e se eles hoje têm odiado a escola é porque as quatro paredes da sala de aula sufocam-nos e limitam-nos tolhendo sua criatividade. Como afirmam Belloni e Gomes, diante de todas as inovações tecnológicas a que temos acesso em nosso dia a dia, a sala de aula convencional deve parecer às crianças linear, sem graça e totalmente desinteressante, senão pelos conteúdos (que podem interessar às crianças), certamente pela forma (magistral, hierárquica, expositiva, com quadro de giz e pouquíssimas imagens) (2008, p. 734)
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E, desde 1998, Vani Kenski já alertava:
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Favoráveis ou não, é chegado o momento em que nós, profissionais da educação, que temos o conhecimento e a informação como nossas matérias-primas, enfrentamos os desafios oriundos das novas tecnologias. Esses enfrentamentos não significam a adesão incondicional ou a oposição radical ao ambiente eletrônico, mas, ao contrário, significam criticamente conhecê-los para saber de suas vantagens e desvantagens, de seus riscos e possibilidades, para transformá-los em ferramentas e parceiros em alguns momentos e dispensá-los em outros instantes. (KENSKI, 1998, p. 61)
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* Sei que há colegas que só em ver a menção à revista Veja já descartam a matéria, mas não sejamos radicais. Embora superficial para quem está na área, essa reportagem pode ser um bom alerta para escolas e professores ainda muito resistentes às inovações tecnológicas e descrentes de seus benefícios na Educação.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Quer lidar com as mídias sociais? Pergunte-me como'!

Gostou do título? Pois bem, eu amei. "Roubei-o" diretamente de Ricardo Cavallini, do artigo que ele publicou ontem na Webinsider. Cavallini, cujo blog é o coxacreme, criou uma ótima relação entre o processo de emagrecimento (conheço-o muito bem e é difícil pacas) e o processo de aprendizagem do uso das redes sociais. Leia o artigo dele aqui.
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Eu, por exemplo, quero perder 20 Kg. Isso mesmo. Já até experimentei o Herbalife ("Quer emagrecer? Pergunte-me como!") Mas nenhum graminha vai sair de meu corpo se eu não fechar a boca e praticar exercícios. Da mesma forma, quem deseja lidar com os novos meios de interação social, quem precisa aprender a navegar na internet, quem precisa entrar no século XXI tem de perder o medo do desconhecido, tem de parar de criar desculpas para si mesmo. dizendo que a internet não presta, que os jovens estão se perdendo por causa dela etc. etc. etc. (mando este recado diretamente para os colegas de profissão - sim, os PROFESSORES - que ainda estão teimando em se manter lá pelos anos 80 do século passado).
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O que qualquer pessoa, leiga como eu*, tem de fazer é procurar entrar na internet, pesquisar assuntos de seu interesse , descobrir, aos poucos ou por indicações, blogs, redes etc. Não é difícil nem é um bicho-de-sete-cabeças, mas demanda perseverança e um tempinho diário (de preferência) ou semanal.
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Enquanto muitos de nós ainda estão engatinhando, fora os que ainda nem "nasceram", as crianças estão por aí, crescendo mergulhadas nas novas mídias.
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* Sou leiga. Nunca fiz curso de computação, como era moda nos anos 90 nem nunca estudei diretamente os novos recursos tecnológicos. O que sei é de "fuçar" ferramentas, ler outros blogs, conversar com amigos presenciais, recorrer e aprender com amigos virtuais. É assim que todo mundo começa.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

A entrada das novas tecnologias na escola

Estou procurando textos que relacionam o pensamento de Paulo Freire às TICs, que hoje começam (ou deveriam começar) a entrar nas salas de aula. No meio de minha pesquisa, encontrei este vídeo produzido para a disciplina Tecnologia Educativa III, da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa.
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Vale a pena assistir ao vídeo e refletir... Os novos recursos tecnológicos estão entrando nas escolas, quer queiramos ou não (Pedro Demo diz "conosco ou 'sem nosco'"). Cabe a nós, professores, decidir se vamos atuar nesse processo ou se nos deixaremos levar pela avalanche que, em breve, nos alcançará.
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Africa em nós

Gostei da programação deste II Encontro de Cultura e Literatura "África em nós". Os palestrantes são excelentes. Destaco dois, cujos trabalhos conheço e reverencio: Cláudio de Sá Capuano e Maria Cristina Prates. Mais detalhes no blog da instituição: http://africasemnos.wordpress.com/
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sábado, 31 de outubro de 2009

Que funções o que eu ensino na sala de aula desempenha na educação geral dos meus alunos?

Não sou especialista em Currículo, ao contrário, o que aqui vou escrever é um pouco de opinião, misturada com minha prática de sala de aula, acrescentada de algum feeling e duas pitadas de sonho e uma de entusiasmo. A ideia surgiu hoje de manhã, depois que assisti ao vídeo abaixo na Rede INTERACTiC 2.0 e o relacionei ao primeiro capítulo do livro Princípios Básicos de Currículo e Ensino, de Ralph Tyler (se você é especialista, não me olhe com olhos tortos*).
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Em uma determinada passagem, Tyler nos mostra como exemplo, a partir de uma das fontes para a criação de objetivos educacionais, sugestões de especialistas sobre o ensino de Artes Plásticas, Literatura, Língua Inglesa e Ciências. O mais interessante - e é o que aqui me interessa - é a ordem em que as funções aparecem. Por exemplo, que funções o ensino de Artes Plásticas poderia desempenhar na educação geral?
  1. "Extensão do alcance perceptivo do estudante."
  2. "Clarificação de ideias e sentimentos pelo oferecimento de outro meio de comunicação, além dos meios verbais. Certos alunos terão a possibilidade de expressar-se e comunicar-se mais eficazmente através das formas de arte do que pela escrita ou pela elocução."
  3. "Integração pessoal (...) alívio de tensões mediante a expressão simbólica".
  4. "Desenvolvimento de interesses e valores".
  5. "Desenvolvimento da competência técnica como um meio de adquirir habilidade em pintar, desenhar, compor música ou cultivar alguma outra forma artística que possa ter significado e relevância para o estudante da arte."

Eu quis destacar as cinco funções acima, pois achei muito interessante o fato de o desenvolvimento da competência técnica ser a quinta e não a primeira ou segunda função. Infelizmente, porém, muitas vezes esquecemos que nossos alunos não estão estudando para se tornarem futuros especialistas em nossas áreas de interesse e, em vez de desenvolver a criatividade e aguçar o interesse deles para que busquem mais conhecimento, reprimimo-los com excesso de conteúdo e exigências técnicas que de nada vão servir para um leigo.

Relacionando tudo isso que falei com o vídeo da Telefonica acima apresentado, segundo Tyler - e eu concordo plenamente - "a Literatura pode oferecer uma oportunidade ao indivíduo para explorar gêneros e estilos de vida em que ele [o estudante] não tem possibilidade imediata de participar, e também dar-lhe uma chance de explorar, vicariamente, situações demasiado perigosas ou carregadas de consequências para que possa explorá-las plenamente na realidade. (...) a Literatura torna-se o meio de estender largamente os horizontes do leitor através da experiência vicária." (1974: p. 26)

*Esse livro de Tyler foi visto como um best-seller durante muitos anos a partir do início da segunda metade do século XX, traduzido para mais de 30 idiomas, mas depois caiu na crítica como uma obra "em cima do muro", por não optar por nenhuma linha educacional específica. Eu, sinceramente, li o livro como um manual que orienta como criar objetivos educacionais e o que não fazer para dar passos errados, independente da filosofia de cada escola ou formação de cada pesquisador.
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TYLER, Ralph. Que objetivos educacionais a escola deve procurar alcançar? In: TYLER, Ralph. Princípios básicos de currículo e ensino. Porto Alegre, Globo, 1974, p. 03-56.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Professores do Brasil: impasses e desafios


Quem estiver pesquisando sobre a realidade dos professores de nosso país tem agora um material bem extenso produzido sob a coordenação de Bernadete Gatti e Elba Siqueira de Sá. O livro, que pode ser acessado aqui, é uma produção da UNESCO.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Museu da Vida lança blog de divulgação científica para crianças

Minha amiga (presencial e virtual) Catarina Chagas, do blog Pensando Alto, enviou-me, por email, uma bela indicação: o blog de divulgação científica para crianças, Clube do Explorador Mirim, um blog do Museu da Vida.

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Segundo ela, a ideia do Museu da Vida é disponibilizar livros, jogos, exposições, tudo num lugar só.
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Haverá espaço também para sugestões de experimentos e atividades com materiais do dia-a-dia e, é claro, muita interação com o público leitor, por meio de seus comentários, críticas e sugestões. Afinal, um clube se faz assim: juntos.
A equipe será inicialmente formada por três jornalistas especializadas em ciência e com um pé na divulgação científica para crianças, mas a idéia é que, em breve, outros profissionais do Museu e crianças leitoras se juntem ao time. A idéia é escrever de maneira leve e deixar a imaginação rolar solta!
O Museu da Vida faz parte da Casa de Oswaldo Cruz da Fundação Oswaldo Cruz
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Eu já passei por lá e gostei. E você? Que tal divulgar também?

Educação velha, tempos novos...

Outro dia, em uma discussão na Edublogosfera, a Lilian Starobinas, do blog Discurso Citado, indicou este vídeo com o final de uma palestra com o escritor futurista Alvin Toffler (Wikipédia). Como achei as palavras dele bem interessantes, resolvi partilhá-lo aqui:
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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Boas-novas para usuários do Kindle2

Ontem, eu e o Sérgio Lima discutimos um pouco sobre e-books. Veja o que ele escreveu aqui; meus comentários estão aqui e aqui.
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A boa-nova, porém, é que não tardou para a Amazon dar um retorno aos seus consumidores (é a velha e boa lei de mercado). Em novembro, quando a Barnes & Nobles lançar o e-book deles, o nook, a Amazon disponibilizará um aplicativo gratuito "Kindle for PC".
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Esse aplicativo me permitirá fazer uma das coisas que coloquei na postagem anterior como desvantagem do Kindle: a partir do lançamento, o que eu ler e marcar em meu e-book poderei reler com as marcas mantidas em meu laptop ou ainda em meu iPod touch.
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Independente dessa melhoria fantástica, o que importa mesmo é que estou adorando usar o meu Kindle e a minha vista realmente está agradecendo. É bem prazeroso, também, pensar que estou vivendo a evolução dos e-books na prática, e não apenas como observadora.
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Em tempo: Tentei várias vezes entrar no site do nook e na livraria Barnes & Nobles, para recortar e colar as url para esta minha postagem, mas todas as opções estão fora do ar. A procura, com certeza, deve estar altíssima...